Da Redação
Em São Paulo
A informação foi divulgada pela Agência Brasil, órgão oficial de comunicação do governo federal.
O Orçamento foi sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no dia 24 de março e prevê despesas totais de R$ 1,36 trilhão, incluindo o refinanciamento da dívida pública e os investimentos das empresas estatais
Logo depois do fim da CPMF, estimativas do governo e do Congresso apontavam para a necessidade do corte de R$ 20 bilhões.
Depois, no entanto, o cálculo foi refeito e se falou em cortar R$ 12,26 bilhões
Na seqüência, as notícias eram de que os R$ 20 bilhões seriam a alternativa de corte mais radical, mas havia a possibilidade de ser menor. Agora, parece que o governo bateu o martelo nos R$ 20 bilhões.
Segundo a agência, a nova estimativa é do ministro da Fazenda, Guido Mantega. A agência informa que o ministro disse que o decreto com a programação orçamentária será divulgado nos próximos dias.
Mantega, ainda conforme a Agência Brasil, afirmou que a prioridade do governo agora são os cortes nos gastos correntes (custeio da máquina pública) e a política industrial, com o programa de aceleração das exportações.
"Precisamos dar sustentabilidade ao crescimento [econômico], para que seja sustentável", disse o ministro à Agência.
Mantega declarou também que é importante a política de aceleração das exportação para garantir uma conta corrente positiva com o exterior.
De acordo com ele, os países em desenvolvimento se fortaleceram por terem grande capacidade exportadora, segundo relato da Agência Brasil.
O ministro também citou "medidas prudenciais", como a desoneração de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para as exportações e a permissão para que os exportadores deixem o total de dólares no exterior por um período mais longo.
Mantega fez as afirmações da durante a primeira reunião do ano do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, no Palácio do Planalto.
(Com informações da Agência Brasil)
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